Haddad diz que mensalão não afeta sua campanha

Candidato do PT à Prefeitura de SP afirmou que sua biografia é 'limpa' e evitou comentar supostas declarações de Marcos Valério sobre envolvimento de Lula no escândalo

Wladimir D'Andrade, da Agência Estado

16 de setembro de 2012 | 16h41

O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, disse que o caso do mensalão e a reportagem da revista Veja desta semana não vão afetar sua campanha. Afirmou que o caso do mensalão não tirará votos dele e que tem uma biografia "limpa", sem envolvimento em escândalos. Inicialmente, o candidato tentou se esquivar de comentar sobre a reportagem em que o publicitário Marcos Valério implica Lula no mensalão. "Primeiro achei que ele (Marcos Valério) tinha dado entrevista; agora ele diz que não deu a entrevista; então não vou comentar."

Sobre o evento deste domingo, 16, no Centro de Tradições Nordestinas, em São Paulo, em apoio a sua candidatura, Haddad afirmou que foi importante para celebrar a aliança política entre o PT e o PSB. Os dois partidos disputam prefeitura em algumas das capitais do País, como é o caso de Recife, o que gerou alguns desentendimentos entre lideranças das duas legendas.

No almoço estiveram presentes os governadores de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e da Bahia, Jaques Wagner (PT), os ministros da Saúde, Alexandre Padilha, dos Esportes, Aldo Rebelo, da Educação, Aloizio Mercadante, e da Cultura, Marta Suplicy, além do presidente do PT, Rui Falcão, do senador Humberto Costa (PT), candidato a prefeito de Recife, e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Muito aguardado pela imprensa, Lula não deu entrevista. Saiu como entrou, sem falar com a imprensa. Durante todo o evento, permaneceu no camarote das autoridades.

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