'Há pouca ação e muitos problemas operacionais'

"Os resultados revelados pela reportagem são bastante estranhos. Pelo ciclo eleitoral, quase sempre, governadores fazem pouco no primeiro ano, no segundo poupam e colocam seus projetos em andamento (licitações, etc.), e no terceiro e quarto aceleram. O que pode estar ocorrendo é que os Estados andam muito fragilizados, por uma série de motivos, principalmente a baixa arrecadação do ICMS. As transferências federais pelo Fundo de Participação dos Estados estão com crescimento de somente 2% em termos reais neste ano. Além disso, há a falta de mão de obra especializada e a baixa capacidade técnica dos governos estaduais. Há pouca ação e muitos problemas operacionais."

O Estado de S.Paulo

01 Dezembro 2013 | 02h19

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