O Estado de S.Paulo

18 de janeiro de 2013 | 02h04

O Planalto procura se manter distante da disputa pelas presidências da Câmara e do Senado. Pelo discurso oficial, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) e Renan Calheiros (PMDB-AL) respondem por eles, mesmo sendo os candidatos preferidos. A determinação de Dilma Rousseff, a exemplo do que aconteceu no julgamento do mensalão, é de que os ministros fiquem longe de polêmicas, deixando claro de que há uma "separação de poderes".

O governo sabe, porém, que eleição para a presidência da Câmara pode ser sempre uma surpresa. A lição da eleição de Severino Cavalcanti (PP), em 2005, quando um racha no PT resultou na maior derrota do governo Lula no Congresso, sempre domina as conversas e os temores de assessores palacianos. Ainda mais quando se sabe que parte do tiroteio a que Alves está sendo submetido é "fogo amigo", ou seja, parte do próprio PT e de alas descontentes do PMDB.

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