Governo audita contratos e apura prestação de serviços

O governo paulista afirmou, em nota, que, antes de contratar a Focco, verificou que ela "tinha atuação comprovada no mercado". Disse também que desde outubro a CPTM faz auditoria nos contratos, e que a companhia de trens "adotará as medidas legais cabíveis em caso de alguma irregularidade". A Corregedoria-Geral de Administração (CGA) disse que abriu, em outubro, procedimento para analisar os contratos e apurar se a empresa foi contratada "sem qualquer favorecimento". A CGA sustentou que vai checar, "por amostragem, a efetiva execução dos serviços contratados" e declarou que o governo pode vir a declarar a Focco inidônea se encontrar irregularidades.

Fernando Gallo, Ricardo Chapola e Fausto Macedo, O Estado de S.Paulo

29 de novembro de 2013 | 02h16

O advogado de João Roberto Zaniboni, Luiz Fernando Pacheco, afirmou que, por ser voltada para a área de engenharia ferroviária, "é natural que a Focco mantenha contratos com entes públicos". "Os serviços foram efetivamente prestados", disse. "A empresa recebeu o quanto lhe era devido e recolheu todos os impostos incidentes".

A Valec afirmou que "não foi constatada nenhuma irregularidade" na contratação da Focco.

A CBTU sustentou que os serviços "estão sendo prestados adequadamente".

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