Governador diz que ele e Dilma definiram verbas

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), saiu em defesa de seu afilhado e correligionário, o ministro Fernando Bezerra, e negou que ele tenha privilegiado o Estado no repasse de verbas para prevenção de desastres naturais. Segundo ele, do total de recursos liberados pela pasta em 2011, R$ 25 milhões foram definidos e acordados com a presidente Dilma Rousseff.

MONICA BERNARDES , ESPECIAL PARA O ESTADO / RECIFE, O Estado de S.Paulo

04 de janeiro de 2012 | 03h07

"Nunca houve nenhuma priorização para Pernambuco por parte do ministro. Em 2010, quando o Ministério da Integração era comandado pelos ministros ligados ao PMDB da Bahia, Pernambuco recebeu R$ 275 milhões da pasta. Isso representa 22,5% do total de repasses feitos pela União ao Estado. Em 2011, recebemos R$ 62,6 milhões. Recebemos menos com Fernando à frente da pasta", argumentou.

"Em março, na noite em que a enxurrada atingiu a Mata Sul, destruindo cidades inteiras, a presidente me ligou e perguntou como poderia ajudar. Tínhamos os projetos das barragens. Sabia que a União não teria como arcar com tudo, por isso fiz a proposta de bancarmos a metade e o governo federal a outra metade."

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