Golpe é tratado como 'revolução' em biblioteca oficial

Mesmo depois de 29 anos da redemocratização e de ter na presidente Dilma Rousseff uma das vítimas de torturas por parte do governo militar, a Biblioteca da Presidência da República ainda trata o golpe de 1964 como "revolução". Reportagem publicada ontem pela Agência Brasil - que pertence à Empresa Brasil de Comunicação (EBC), criada durante o governo Luiz Inácio Lula da Silva - lembra que, na biblioteca, o ato é registrado como "vitória do movimento revolucionário". Segundo a mesma notícia, a instituição informou que não há, no momento, motivos para mudanças. A biblioteca é virtual e pode ser acessada por qualquer cidadão no endereço biblioteca.presidencia.gov.br.

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