Garotinho
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Garotinho lidera no Rio com 28%; Pezão tem 18% e Crivella, 16%

Líder cresceu 7 pontos porcentuais em relação ao levantamento anterior. No 2º turno haveria empate

Fábio Grellet, O Estado de S. Paulo

26 de agosto de 2014 | 20h09

 O deputado federal Anthony Garotinho (PR) lidera a disputa para o governo do Rio de Janeiro com 28% das intenções de voto, segundo pesquisa realizada pelo Ibope e divulgada nesta terça-feira, 26, pela TV Globo. Em relação ao levantamento anterior feita pelo Ibope, divulgado em 30 de julho, Garotinho subiu 7 pontos percentuais - naquela ocasião estava com 21%.

O segundo colocado é o atual governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), que concorre à reeleição e tem 18% das intenções de voto. Ele tinha 15% na pesquisa anterior. Em terceiro aparece o senador Marcelo Crivella (PRB), com 16% - na pesquisa anterior ele tinha os mesmos 16%. Em quarto está Lindbergh, com 12% - ele tinha 11% em 30 de agosto. Como a margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, Pezão, Crivela e Lindbergh estão tecnicamente empatados.

Em quinto está Tarcísio Motta (PSOL), com 3%, seguido por Dayse Oliveira (PSTU) e Ney Nunes (PCB), empatados com 1%. Votos brancos ou nulos somam 15%, e 6% não sabem ou não quiseram responder.

Segunda etapa. No segundo turno, Garotinho teria 34% e Crivella, 33%, o que indica empate técnico. Garotinho venceria Pezão por 38% a 31% e, contra Lindbergh, teria 37% contra 29%.

O Ibope ouviu 1.204 eleitores,em 38 municípios do Rio, nos dias 23 a 25 de agosto. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ) sob o número RJ- 00022/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo BR - 00418/2014.

Rejeição. A rejeição a Garotinho caiu de 44% para 35%. Eleitores que não votariam de forma nenhuma em Pezão eram 17% e agora são 20%. A rejeição a Lindbergh e a Crivella é de 19% - na pesquisa anterior, 17% não votariam no petista e 15% não votariam no candidato do PRB.

A gestão do governador Pezão é considerada ótima por 3%, boa por 17%, regular por 39%, ruim para 11% e péssima por 15% dos eleitores.

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