Frota de aluguel e treino na África

ANÁLISE: Roberto Godoy

O Estado de S.Paulo

12 Janeiro 2014 | 02h05

A escolha está feita, o negócio, fechado, e o contrato final começa a levar jeito a partir das 28 mil páginas do processo F-X2, para escolha do novo caça da FAB. Resta encontrar a solução para reduzir o tempo de espera, estimado em quatro anos até o início da entrega dos novos Gripen NG. Aeronaves de combate não são produzidas e depois alinhadas no pátio das fábricas como automóveis à espera de compradores. A produção atende encomendas.

A solução racional, no caso, será o aluguel de um certo número do Gripen da série JAS 39, anterior à NG e em uso em seis países, entre os quais a África do Sul. O governo de Estocolmo admite a negociação de até 12 unidades selecionadas entre as mais novas da frota sueca. O treinamento de transição das tripulações da FAB poderia ser feito na África do Sul, acreditam oficiais do setor operacional da força, sob condições gerais semelhantes às encontradas no Brasil.

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