FBB alega usar critério técnico em convênios

A Fundação Banco do Brasil (FBB) informou, por meio da assessoria, que não há critério político na escolha das entidades beneficiadas com recursos para investimentos em projetos sociais. A entidade citou ter convênios com prefeituras de 19 partidos, entre as quais 30 governadas por petistas - o maior número -, seguidas por PMDB (24), PDT (23) e PSDB (22).

BRASÍLIA, O Estado de S.Paulo

07 de setembro de 2013 | 02h05

"As decisões quanto aos pedidos de investimentos sociais, de qualquer proponente, não são pautadas por relacionamentos, sejam eles pessoais e partidários. Além das análises técnicas, as decisões são colegiadas, dentro dos princípios de governança."

Sobre a ONG Adesbra, a fundação afirma que Joy Pena assumiu a presidência em 2011, mais de um ano depois de o irmão ter deixado o comando da FBB. No período em que Jacques era presidente, Joy atuava para a Rede Terra. O convênio com essa entidade, diz a fundação, foi firmado após a saída de Jacques.

Diretor da Programando o Futuro, Vilmar Simion disse não ter filiação partidária e que a ONG não recebe diretamente recursos da FBB. Luiz Simion pediu ao Estado que enviasse perguntas por e-mail, mas não respondeu a mensagem. Joy e Jacques Pena foram procurados por telefone e nas ONGs a que são ligados, mas não foram localizados. / A.M. e F.F.

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