O Estado de S.Paulo

17 de junho de 2012 | 03h08

Cultura de honrarias e soberba deu lugar a crise monumental no Tribunal de Justiça por causa dos pagamentos excepcionais entre 2006 e 2010 - 211 magistrados receberam créditos antecipados. O presidente do TJ, Ivan Sartori, mira desembolsos superiores a R$ 600 mil. Acusa antecessores por administração paralela. O ponto crucial do capítulo mais emblemático da corte é a origem do dinheiro. O TJ sustenta que as verbas são devidas, porque de natureza trabalhista, mas aponta quebra da isonomia. Jamais houve uma regra para liberação dos recursos, este o impasse. Virada ao avesso, a toga é uma fogueira. Uns poucos se teriam valido do poder para liberar a si próprios quantias vultosas. Uma comissão foi criada para estabelecer, afinal, norma para os repasses extraordinários.

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