Ex-senadora quer o voto conservador, diz Jean Wyllys

As declarações da ex-senadora Marina Silva sobre o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) instigaram internautas nas redes sociais, entre eles o parlamentar Jean Wyllys (PSOL-RJ). Militante da causa gay, ele escreveu no Twitter que Marina é "refém da covardia" e disse que ela, possível candidata à Presidência em 2014, está apenas de olho na fatia conservadora do eleitorado.

Ricardo Chapola, O Estado de S.Paulo

16 de maio de 2013 | 02h10

Ontem, Marina afirmou que Feliciano, presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, não é criticado por suas posições políticas equivocadas, mas pelo fato de ser evangélico. "Com Dilma e Marina reféns da covardia e de olho em eleitorado conservador, as eleições de 2014 serão trevas profundas! Preguiça!", escreveu Wyllys. Desde que assumiu a presidência da CDH, Feliciano é pressionado a deixar o cargo porque é acusado de ser racista e homofóbico.

Movimentos de combate à homofobia também se manifestaram contra a declaração de Marina Silva. Um deles, o Homofobia Não, divulgou no Twitter que a ex-senadora "poderia ter ficado quieta". "Vamos praticar mais a lei do silêncio?", sugeriram.

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