Tiago Queiroz/Estadão
Tiago Queiroz/Estadão

'Eu não tenho ódio do PT', diz Márcio França

Governador de São Paulo, que concorre à eleição, diz que facada contra Bolsonaro mudou rumo das eleições, mas não deseja que petistas 'morram'

Pedro Venceslau, O Estado de S.Paulo

23 de outubro de 2018 | 14h55

Candidato do PSB ao Palácio dos Bandeirantes, o governador Márcio França disse nessa terça-feira, 23, em um evento com centenas de prefeitos do interior na capital paulista, que “não tem ódio do PT”.

“Disputei com o PT minha vida inteira, mas não tenho ódio do PT. Não quero mal para as pessoas do PT, nem que as pessoas do PT morram”, disse o pessebista em seu discurso.

De acordo com o governador, o atentado contra Jair Bolsonaro (PSL) em Juíz de Fora, quano levou uma facada, mudou o rumo das eleições. “Houve um incidente, um atentado. Ele sofreu uma facada e isso mudou totalmente os rumos da eleição. Na última eleição eu estava na campanha do Eduardo Campos quando o avião caiu e ele faleceu. Você imagina se ele tivesse saído vivo. Seria um fato extraordinário”.

+ Prefeitos, deputados e secretário usam carro oficial para ir a evento de França

De acordo com a assessoria de França,  314 prefeitos participaram do ato. Entre eles estava o tucano Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), de Santos, que fez uma intervenção dura contra João Doria, candidato do PSDB. 

“Não é fácil ser prefeito. É mais fácil fugir da prefeitura e abandonar a Prefeitura”, afirmou.  

 Expulso do PSDB, Ademir Lindo, de Pirassununga, chamou Doria de “fascista”. Estavam presentes ao ato, que foi marcado empurra-empurra e confusão na saída de França, dirigentes do PPL, MDB, PSB e PTB.  

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