'Estado' revelou ligação suspeita

Em 5 de maio de 2010, o Estado publicou a reportagem "PF liga Tuma Júnior, secretário nacional de Justiça, a chefe da máfia chinesa", sobre gravações telefônicas e e-mails interceptados pela Polícia Federal durante uma investigação de contrabando. Essas interceptações ligavam o então secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, ao principal alvo daquela operação, Li Kwok Kwen, conhecido como Paulo Li e apontado como um dos chefes da máfia chinesa em São Paulo.

O Estado de S.Paulo

14 Dezembro 2013 | 02h00

Segundo a reportagem, ao ser preso sob suspeita de comandar uma quadrilha especializada no contrabando de telefones celulares falsificados, importados ilegalmente da China, Li telefonou para Tuma Júnior na frente dos agentes federais que cumpriam o mandado.

No dia 13 de maio daquele ano, o Estado publicou uma nova reportagem que mostrava Tuma Júnior em uma foto ao lado do suspeito de integrar a máfia chinesa durante uma visita do então secretário Nacional de Justiça ao país asiático.

Por causa da revelação das ligações com Paulo Li, Tuma Júnior foi afastado do cargo e, depois, demitido pelo então ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, em 14 de junho de 2010.

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