O Estado de S.Paulo

20 de setembro de 2012 | 03h06

Os organizadores do colóquio de hoje com os candidatos à Prefeitura de São Paulo asseguram que se destina a obter informações sobre propostas de governo. A preocupação tem muito a ver com as atividades da Igreja na área assistencial. Entidades vinculadas de forma direta ou indireta à estrutura da Arquidiocese, das dioceses regionais e das paróquias figuram com destaque nas listas de convênios firmados anualmente pelas secretarias municipais de Assistência Social, de Educação e de Saúde. Elas tocam desde pequenas creches paroquiais a grandes hospitais.

Frequentemente o repasse de recursos é feito para entidades controladas por congregações religiosas, como a dos padres salesianos, focados nas áreas da infância e da juventude. As irmãs da Congregação Santa Marcelina atuam nas áreas de saúde e educação. A Prefeitura mantém 20 convênios com a Cáritas Diocesana de Campo Limpo.

Também existem entidades próximas da Igreja que atuam com recursos da Prefeitura, entre elas a Liga das Senhoras Católicas.

Os evangélicos não têm muita tradição nesta área. A Igreja Batista, do grupo dos protestantes históricos, é a que aparece com mais destaque na lista de convênios.

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