ALEX SILVA/ESTADÃO
ALEX SILVA/ESTADÃO

Enfraquecida nas pesquisas, Marina rompe contrato com empresa de audiovisual

Candidata da Rede nas eleições 2018 abre mão do trabalho de profissionais que produziam conteúdo voltado para as redes sociais

Mariana Haubert e Marianna Holanda, O Estado de S.Paulo

24 de setembro de 2018 | 15h54

Brasília - Enfraquecida na corrida presidencial, a campanha de Marina Silva (Rede) rompeu, na semana passada, contrato com uma produtora de audiovisual que atuou nas últimas agendas da candidata à Presidência nas eleições 2018.

De acordo com a assessoria de imprensa da campanha, o trabalho da Do Rio Produtora Audiovisual era voltado para produção de conteúdo para as redes sociais. O resultado acabou sendo avaliado como não estratégico por ter tido uma baixa repercussão na internet e a coordenação da campanha decidiu cortar os profissionais porque o custo não valia mais a pena.

A produtora já recebeu, de acordo com a prestação de contas no site Divulgacand do TSE, mais de R$ 144 mil por seus serviços. Procurada, a Do Rio não quis se manifestar. A campanha da Rede já gastou, até o momento, cerca de metade do que arracadou - mais de R$ 3,5 milhões dos R$ 7,2 milhões. 

Segundo o Broadcast apurou, os dois cinegrafistas atuaram na campanha de Marina por cerca de duas semanas. A equipe contratada desde o início da campanha para a produção de vídeos para televisão e internet, no entanto, continua atuando para a candidata. 

Pela terceira vez na disputa à Presidência, Marina atingiu uma de suas piores marcas eleitorais e já começa a ser considerada carta fora do baralho. A ex-ministra do Meio Ambiente perdeu metade das intenções de voto que tinha no início da corrida eleitoral, quando despontava com 12% - agora Marina tem aparecido com 6% -, de acordo com as últimas pesquisas do Ibope. 

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