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Em Ribeirão Preto, Ibope mostra Nogueira em alta

Prefeito Duarte Nogueira (PSDB) reforça a liderança indo de 26% para 31% enquanto Suely Vilela (PSB) cresceu de 6% para 14%

Everton Sylvestre, especial para o ‘Estadão’, Ribeirão Preto

27 de outubro de 2020 | 21h46

RIBEIRÃO PRETO – Duarte Nogueira (PSDB), que disputa a reeleição, aparece em primeiro lugar na segunda pesquisa Ibope, divulgada na noite desta terça-feira, 27, pela EPTV – afiliada à Globo em Ribeirão Preto. As intenções de voto no tucano subiram de 26% para 31%, em relação à primeira pesquisa, divulgada pela emissora no dia 5. Os candidatos Fernando Chiarelli (Patriota) e Suely Vilela (PSB) agora aparecem empatados no segundo lugar, com 14%. 

Suely, que antes aparecia com 6%, teve o maior aumento porcentual entre os candidatos. Chiarelli – que, assim como Nogueira, era mais conhecido entre os eleitores por já ter disputado a prefeitura –oscilou negativamente 3 pontos porcentuais das intenções de voto em relação à primeira pesquisa. Cris Bezerra (MDB) cresceu de 2% para 7%. Coronel Usai (PRTB) foi de 6% para 3%. Mauro Inácio (PSol) oscilou de 3% para 2%,  Rodrigo Junqueira (PSL) de 1% para 2%. Emilson Roveri (Rede) e Vanderley Caixe  (PCdoB) foram de 0 para 1%. Gérsio Baptista (PMN), que antes não foi citado por nenhum entrevistado, continuou sem pontuar. A margem de erro da pesquisa é de quatro pontos porcentuais, para mais ou para menos.

Após um mês de campanha, Nogueira – que tem o maior tempo no horário eleitoral – conseguiu reduzir seu índice de rejeição de 42% para 33%. A rejeição a Chiarelli foi de 22% para 26%. A rejeição aos demais candidatos varia entre 6 e 12%

O prefeito  avalia que seu resultado nessa segunda pesquisa é sinal de reconhecimento pelo seu trabalho. Suely, ex-reitora da USP, acredita que vai para o segundo turno. “Fui a candidata que mais cresceu e tenho um menor índice de rejeição entre os primeiros colocados”, afirma. Chiarelli, cuja equipe esperava que fosse atingir o primeiro lugar nesta pesquisa, desacreditou o resultado. “É evidente que esses números são surreais. Basta andar pelas ruas”, afirmou.

A pesquisa foi registrada sob o número SP-05232/2020 e ouviu 504 pessoas entre os dias 25 e 27. O nível de confiança é de 95%.

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