Em Goiás, 60% do último programa eleitoral foi suspenso

Iris Rezende, do PMDB, teve sete de seus dez minutos suspensos pelo TRE; Marconi Perillo, do PSDB, perdeu metade de seu tempo

Pedro Palazzo, O Estado de S. Paulo

25 de outubro de 2014 | 09h27

O último dia de horário eleitoral gratuito em Goiás teve mais tela azul do que imagens dos candidatos: 60% dos 20 minutos reservados aos classificados para o segundo turno foi suspenso pelo Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO). Iris Rezende (PMDB), que faz campanha de oposição com ataques à atual gestão, teve sete de seus dez minutos suspensos pelo tribunal. Marconi Perillo (PSDB), que tenta a reeleição e diz fazer campanha propositiva, apenas com "resposta aos ataques", perdeu metade de seu programa.

Os candidatos reservaram o último dia de campanha para carreatas e caminhadas. Ambos focam as campanhas na região metropolitana de Goiânia, algo que já havia acontecido no primeiro turno. A região concentra um terço dos votos do Estado e receberá seis dos sete eventos de rua dos concorrentes. Os últimos atos acontecerão em Trindade, há 17 quilômetros de Goiânia. Perillo tem uma caminhada marcada para 16 horas. Rezende agendou uma carreata às 17h30.

Álcool liberado. Não haverá lei seca no Estado, a exemplo do primeiro turno. Os dois candidatos repetirão o ritual da votação em 5 de outubro: Perillo vota, durante a manhã, no município de Palmeiras de Goiás, segue para Pirenópolis, onde passa o dia, e depois retorna a Goiânia, para acompanhar a apuração. Rezende vota durante a manhã no Colégio Marista, em bairro homônimo, e espera a apuração em seu escritório político.

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