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Em feira agropecuária, Aécio defende parceria entre setor e governo

Candidato tucano visita evento no Rio Grande do Sul e diz que falta investimentos para ajudar o agronegócio; Dilma e Marina também estiveram no local

Aline Mendes, especial para O Estado, O Estado de S. Paulo

05 de setembro de 2014 | 14h54


Esteio - O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, desembarcou nesta sexta-feira, 5, no Rio Grande do Sul de olho no agronegócio. O Estado sedia até domingo, em Esteio, na região metropolitana de Porto Alegre, a Expointer, considerada a maior feira do segmento na América Latina. As candidatas Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB) também cortejaram representantes da cadeia produtiva.

"O setor precisa da parceria do governo para aumentar a sua competitividade com a simplificação do sistema tributário, com o choque de infraestrutura, investimentos em ferrovias, hidrovias e portos", sustentou o tucano, lançando críticas à administração petista: "O agronegócio da porteira para dentro é o mais produtivo do mundo. Infelizmente os problemas começam da porteira para fora."

Antes de chegar na Expointer, Aécio fez campanha em São Leopoldo, município industrial de 214 mil habitantes, onde chegou de helicóptero com uma hora e meia de atraso. Ao lado da candidata do PP ao governo do Estado, Ana Amélia Lemos, e de outras lideranças políticas e dezenas de militantes, fez uma caminhada de 30 minutos na Avenida Independência, uma das principais da cidade. Bastante assediado, fez questão de entrar em uma loja de eletrodomésticos para conversar com eleitores, cumprimentou apoiadores ao longo do caminho, tirou selfies e também fez uma parada no sugestivo café Senadinho, onde bebeu um expresso e brindou com Ana Amélia. "Brindamos a vitória e a grande parceria", declarou o candidato.

Durante a passagem por São Leopoldo, Aécio reiterou que não "muda suas convicções em razão de conveniências pré-eleitorais", uma crítica à adversária Marina Silva, à frente nas pesquisas eleitorais. "A grande questão em relação à Marina é que saibamos qual é a Marina que é a candidata hoje. É a Marina que pedia através de projetos de sua autoria a plantação de produtos transgênicos no país ou Marina que agora abre o sorriso para o agronegócio. O Brasil precisa saber a história de cada candidato para compreender o que eles realmente farão enquanto presidente da República", defendeu.

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