Créditos: Epitácio Pessoa/Estadão; Carol Jacob/Alesp;e Epitácio Pessoa/Estadão
Créditos: Epitácio Pessoa/Estadão; Carol Jacob/Alesp;e Epitácio Pessoa/Estadão

Em Campinas, candidatos reforçam atuação nas redes sem descuidar da TV

Campanha de rua será menos intensa, mas há previsão de caminhadas e encontros

Liza, especial para o ‘Estadão’, O Estado de S.Paulo

26 de setembro de 2020 | 13h00

CAMPINAS – Os candidatos a prefeito de Campinas adaptarão o velho corpo a corpo, com protocolos sanitários, devido ao coronavírus, e reforçarão ações nas redes sociais na campanha que começa neste domingo, 27. Lives e postagens serão intensificadas, mas também são previstos encontros e caminhadas. Facebook e WhatsApp são as ferramentas mais citadas.

A campanha na TV começa dia 9, e também terá relevância nas estratégias. Em tempos ainda estimados, as maiores chapas serão de Dário Saadi (Republicanos), com 3 minutos e 20 segundos; Rafa Zimbaldi (PL), 3 minutos e 10 segundos, e Pedro Tourinho (PT), 1 minuto e 37 segundos.

Para eles, a TV será um chamariz para a internet, mas também irão até o eleitor, sempre com máscara e álcool em gel. Saadi fará caminhadas abertas, além de encontros, e evita chamá-los de “corpo a corpo”. Zimbaldi terá conversas com grupos e link para sugestões em página virtual.

Tourinho fará caminhadas e carreatas. O PT abre campanha no bairro Campo Belo, com previsão de carro de som.

As campanhas de Delegada Teresinha (PTB) e Alessandra Ribeiro (PCdoB) avaliam que o gasto da população com internet reforça a TV gratuita como espaço para propostas, enquanto Artur Orsi (PSD) vê potencial para “conversa” em todas as mídias. André von Zuben (Cidadania) priorizará o “diálogo virtual” e Rogério Menezes (PV) defende debates nas redes como forma de reduzir gastos.

Laura Leal (PSTU) vê a internet como alternativa ao pouco tempo de TV, assim como Ahmed Tarique (PMN), que investe na presença virtual. Wilson Matos (Patriota) também prioriza suas redes sociais. Os candidatos terão encontros com grupos reduzidos.

Dr. Hélio (PDT) evitará ação presencial. Ele vê um fator “democrático” na internet, onde estará presente, mas diz que a cidade “não transferiu segurança” às visitas na pandemia. Rogério Parada (PRTB) e Edson Dorta (PCO) não terão direito a TV. Parada aposta nas redes sociais e ainda avalia ações presenciais. Dorta reforçará campanha virtual e fará consultas nas ruas.

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