Eike Batista bancou 70% do filme, que custou R$ 1,5 mi

Três grandes empresas pagaram a conta - algo em torno de R$ 1,5 milhão - do documentário. O maior patrocinador foi a empresa EBX, de Eike Batista, que arcou com 70% do total. A Usiminas e a Souza Cruz dividiram o restante dos custos.

O Estado de S.Paulo

25 de outubro de 2011 | 03h01

O produtor Roberto d'Ávila contou que foi responsável desde a idealização do filme até a arrecadação de verbas. "Fizemos os contatos para viabilizar essa ideia, que surgiu lá por 2008", lembrou. Segundo a assessoria da produtora, o filme não contou com verbas públicas.

Com 95 minutos, o novo filme de Tendler completa, ao lado de Os Anos JK e Jango, uma série com a qual o diretor recupera três décadas da história do País - do suicídio de Getúlio Vargas, em 1954, à dramática morte de Tancredo, em 1985, às vésperas de tomar posse como presidente.

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