JF Diorio/Estadão
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Doria promete que Pacaembu não mudará de nome após privatização

Ideia é que concessão dure entre 10 ou 15 anos; segundo o prefeito eleito, o estádio representa, a cada quatro anos, R$ 40 milhões em despesas

Pedro Venceslau e Adriana Fernandes, O Estado de S.Paulo

04 de outubro de 2016 | 17h57

SÃO PAULO - O prefeito eleito de São Paulo, João Doria, disse ao Estado nessa terça-feira, 4, que o estádio do Pacaembu continuará com o nome Paulo Machado de Carvalho, e não de patrocinadores, após ser entregue para a administração privada.  

A ideia tucano é que a concessão dure entre 10 ou 15 anos. "A priori não haverá mudança,  porque o estádio já tem um nome, que é Paulo Machado de Carvalho. Vamos preservar. O que vai fazer a diferença é a publicidade no campo. Aquilo tem valor real com as transmissões na TV."  

Ainda segundo Doria, o campo será usado apenas para futebol, e não para outras finalidades como shows ou cultos religiosos.  Ele acredita que a concessão vai atrair interessados apesar de Corinthians, São Paulo e Palmeiras já terem estádios próprios. 

"O Santos não quis até ontem, mas de repente pode querer. Não é preciso um time administrar o estádio. Pode ser uma empresa." 

Segundo o prefeito eleito, o Pacaembu representa, a cada quatro anos, R$ 40 milhões de despesas. "É um dinheiro substantivo. O programa de desestatização tem como primeiro fator a redução de despesas. O outro é a geração de receita."

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