Dirigentes têm passado de fracassos

Eurípedes Júnior e Henrique José Pinto, criadores do PROS

Eduardo Bresciani, O Estado de S.Paulo

27 de setembro de 2013 | 02h04

Sem tradição política, os dois principais dirigentes do PROS têm uma trajetória que dificilmente os levaria ao sucesso que vem sendo alcançado na criação da legenda.

O presidente da sigla, Eurípedes Júnior, já passou por cinco partidos (PDT, PTN, PSL, PRP e PRTB) antes de fundar o seu próprio. O único cargo que ocupou foi de vereador, eleito em 2008. Foi dono de um campo de futebol de grama sintética, já vendido, e de uma van para transporte. À Justiça Eleitoral, declarou não ter bens. Em 2010 disputou, sem sucesso, uma vaga na Assembleia Legislativa de Goiás.

Já o presidente de honra, Henrique José Pinto, tentou por duas vezes ser vereador, uma pelo PMDB, outra pelo PSC. Fracassou em ambas. Na primeira eleição, em 2006, declarou ter dois apartamentos, uma casa, um caminhão e uma fazenda de R$ 1,5 milhão. Seis anos depois, a fazenda não fazia mais parte de seus bens, que listavam dois apartamentos e uma pequena construtora, que estaria inativa há quatro anos.

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