Dilma acerta com Lula agenda na reta final da eleição

Candidata fará comícios, caminhadas e carreatas nos maiores colégios eleitorais nos próximos dias; reunião no Palácio da Alvorada reuniu a coordenação da campanha do PT e o ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante

Tânia Monteiro e Vera Rosa, O Estado de S. Paulo

26 de setembro de 2014 | 11h08

 Brasília - A presidente Dilma Rousseff se reuniu na manhã desta sexta-feira, 26, no Palácio da Alvorada, com a equipe de comando de sua campanha à reeleição. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estava na reunião com a presidente. Lula participou na noite de quinta de um comício em Ceilândia, cidade-satélite de Brasília, para ajudar na campanha do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz. 

A estratégia de trabalho dos últimos dias antes do primeiro turno dominou o encontro, que contou ainda com a presença do presidente do PT, Rui Falcão, e do ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, entre outros integrantes.

Dilma também aproveitou para discutir a agenda dos próximos dias, que inclui comícios, caminhadas e carreatas em Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Nesta tarde, Dilma conversa com blogueiros e no domingo participa, em São Paulo, do debate da Rede Record. O debate da Globo será no dia 2 de outubro, quinta-feira. O último comício oficial da campanha será realizado em São Paulo, na segunda-feira.

Os problemas com os peemedebistas provocados pela ação da Polícia Federal no Maranhão, que vasculhou avião, carros e malas do candidato ao governo do Estado senador Edinho Lobão, também acabaram fazendo parte da conversa. 

O governo ficou preocupado com a ação da PF na madrugada de quinta-feira e quer evitar confrontos com os peemedebistas, principal aliado do Planalto. Na quinta, o vice-presidente da República, Michel Temer, e o presidente do Senado, Renan Calheiros, repudiaram a ação da PF e pediram providência ao governo. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que conversou ontem com Temer, prometeu investigar o caso e o fato de a ação ter sido feita sem uma autorização judicial e com base em uma denúncia anônima.

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