Deputado não comenta; empresa diz sofrer ameaças

Contatado ontem pelo Estado, o deputado federal Gabriel Chalita (PMDB-SP) disse que não iria se pronunciar sobre o assunto. Alexandre de Moraes, advogado de Chalita, não foi localizado.

O Estado de S.Paulo

24 de fevereiro de 2013 | 02h10

Em nota, o Grupo SEB afirmou que "é vitima de seu antigo colaborador Roberto Grobman, que sistematicamente o ameaça, desde que foram rompidos laços de prestação de serviços com ele".

Segundo a empresa, as ameaças foram relatadas em boletim de ocorrência registrado no dia 5 de fevereiro desde ano.

"O Grupo SEB já prestou todos os esclarecimentos sobre o assunto ao Ministério Publico do Estado de São Paulo e é o maior interessado em que seja restabelecida a verdade dos fatos. O Grupo, que foi proprietário da Editora COC, nunca vendeu, prestou serviços ou firmou contratos com a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, nem antes, nem durante a gestão de Gabriel Chalita. No período de 2003 a 2007, uma empresa parceiras do grupo (a Interactive) realizou vendas à FDE em valor insignificante frente ao faturamento do grupo: foram R$ 2,5 milhões em softwares educacionais. Neste mesmo período, o faturamento do grupo SEB foi de R$ 2,2 bilhões."

O ex-secretário-adjunto da Secretaria da Educação e atual prefeito de Santos, Paulo Barbosa (PSDB), não foi localizado ontem pela reportagem.

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