O criminalista Tales Castelo Branco, que defende o conselheiro Eduardo Bittencourt Carvalho, afirmou ontem entender que a decisão da juíza Márcia Helena Bosch é "manifestamente precipitada", pois foi tomada antes de se ouvir a defesa. Após a representação do Ministério Público Estadual, a defesa do conselheiro tem direito a apresentar uma espécie de defesa prévia - o que deve ocorrer agora. "Em primeiro lugar, não tive acesso à decisão da magistrada", disse Castelo Branco. Para ele, a juíza devia, antes de decidir sobre a concessão da liminar pedida pelo MPE, "ouvir os argumentos da parte contrária (defesa), o que não ocorreu". "Isso me parece grave", concluiu. O criminalista afirmou acreditar que a decisão será revertida pelo Tribunal de Justiça. Ele afirmou que vai entrar com o recurso e informou que seu cliente vai tirar férias do tribunal. / F.M. e M.G.

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