Declarações de acusador são contraditórias

O lobista Daniel Almeida Tavares se especializou, nos últimos dias, em gravações e acusações contraditórias. Depois de denunciar Agnelo Queiroz, ele fez mais duas gravações.

O Estado de S.Paulo

09 de novembro de 2011 | 03h05

Na primeira delas, entregue no gabinete do deputado distrital Chico Vigilante (PT) na tarde de segunda-feira - supostamente por um parente de Tavares -, o lobista confirma a versão do governador de que havia recebido um empréstimo de R$ 5 mil e ainda garante nunca ter conversado com as revistas Veja e Época, que já haviam publicado antes suas denúncias.

A segunda gravação foi feita na manhã de ontem. Para a TV Record, Tavares garante que foi procurado pelo irmão de Eliana Pedrosa, Eduardo Pedrosa, que lhe ofereceu dinheiro para falar mal de Agnelo. "Tudo aquilo que eu falei era o que eles queriam ouvir", garantiu, em troca da promessa de R$ 400 mil, mais uma mesada de R$ 10 mil e o pagamento de um aluguel em Águas Claras. / L.P.

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