Crivella vota no Rio e diz que acredita em erro nas pesquisas

Crivella vota no Rio e diz que acredita em erro nas pesquisas

Mostrando-se confiante, o candidato do PRB ao governo do Rio disse que acredita que as pesquisas - que apontam Pezão na frente - 'vão errar de novo'; imprensa não pode acompanhar o voto

Idiana Tomazelli, O Estado de S. Paulo

26 de outubro de 2014 | 10h14

O senador e candidato a governador pelo PRB, Marcelo Crivella, chegou às 9 horas ao Clube Marimbas, em Copacabana, na zona sul do Rio, onde votou acompanhado da esposa, Sylvia, dos dois filhos e da nora. A imprensa não pôde acompanhar o voto do candidato e foi barrada na entrada do local. Sem apresentar nenhum documento, duas representantes da zona eleitoral disseram se tratar de decisão do juiz Sandro Pitan Espíndola, da 252a zona eleitoral. O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) ainda não informou a justificativa que consta no despacho do juiz e que embasou a decisão. No primeiro turno, a entrada havia sido permitida.

Crivella negou que tivesse solicitado a proibição e lamentou o episódio. Confiante, o candidato afirmou que foi uma campanha difícil, mas o maior tempo na TV durante o segundo turno fez com que crescesse nas intenções de votos. "Vai dar um resultado surpreendente. Nas pesquisas dos partidos, o resultado é diferente. Eu acho que as pesquisas vão errar de novo. Estou confiante na vitória, vamos vencer essa eleição", disse.

Sobre a decisão do TRE-RJ de lacrar ontem uma igreja na zona norte do Rio por conter material de campanha do candidato, Crivella afirmou que não sabia. "Decisão de justiça não se discute, se cumpre. Eu peço que igrejas não façam política. O Pezão fez isso, foi em todas as igrejas, colocou pastores para fazer propaganda dele, coisa que nunca fiz. Aconteceu, são coisa alheias ao candidato", afirmou.

Após a votação, Crivella deixou a zona eleitoral acompanhado da família e deve percorrer outras zonas no Rio e na região metropolitana para "agradecer" os eleitores ao longo do dia. O candidato ainda defendeu a construção de uma "nova política", para então atacar os problemas da saúde e da segurança pública. "Como quem vai ter moral para comandar uma tropa se esta sempre envolvido em escândalos", afirmou. 

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