Crivella acredita que evangélicos ainda vão eleger um presidente

O ministro Marcelo Crivella (PRB), bispo da Igreja Universal e sobrinho de Edir Macedo, acredita que "os evangélicos ainda vão eleger um presidente da República que vai trabalhar por nós e nossas igrejas". Ele falou sobre isso num encontro com pastores, em maio do ano passado, na cidade mineira de Lagoinha.

O Estado de S.Paulo

16 de setembro de 2012 | 03h10

Na mesma ocasião ele também contou que Lula, no período em que ocupou o cargo de presidente, ajudou a Universal a expandir sua rede de templos pelo continente africano. "Ao me aproximar do Lula, pedi a ele para ajudar pastores espalhados pelo mundo", lembrou.

Segundo seu depoimento, que pode ser visto no YouTube, Lula ajudou escrevendo cartas de apresentação dos pastores a governantes de diversos países.

Crivella recordou que foi expulso de Zâmbia em 1995 e conseguiu voltar, anos mais tarde, graças uma carta de Lula. "Com a carta, o presidente (de Zâmbia) não só nos permitiu voltar, como ainda nos deu uma rádio e uma TV", conta.

Para Crivella, esses fatos mostram a relação entre política e evangelização: "Só abriremos as portas dos países árabes, da China e da Índia com a política."

Ele finalizou falando da Presidência: "Não sei se será na nossa geração, quando será, mas os evangélicos ainda vão eleger um presidente da República que vai trabalhar por nós e por nossas igrejas." / R.A. e F.G.

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