Dida Sampaio/Estadão
Dida Sampaio/Estadão

Coordenador da campanha de Alckmin considera 'quase impossível' ter um vice do PSDB

Partido está programando um evento no começo de julho para lançar um movimento de apoio ao tucano e formalizar uma aliança com PPS, PSD, PV e PTB

Daniel Weterman, Camila Turtelli, Marianna Holanda e Gilberto Amendola, O Estado de S.Paulo

18 Junho 2018 | 18h57

O ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB) considera "quase impossível" ter um vice do PSDB em sua chapa na disputa pelo Planalto. O governador de Goiás e coordenador político da campanha tucana, Marconi Perillo, afirmou que o partido vai buscar um vice de outro partido.

"Muito difícil, praticamente impossível chapa pura. A ideia é que haja composição com partido que agregue a chapa", disse Perillo, que acompanhou Alckmin em fórum na capital paulista nesta segunda-feira, 18.

Após fazer a afirmação, o coordenador informou Alckmin sobre a declaração dada a jornalistas, quando o presidenciável se aproximou da roda onde estavam Perillo e os jornalistas. "Nós vamos com a sandália da humildade", declarou em seguida o pré-candidato tucano.

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O PSDB está programando um evento no começo de julho para lançar um movimento de apoio a Alckmin e formalizar uma aliança com PPS, PSD, PV e PTB, e "esquentar" o cenário para atrair outros partidos.

Tentando justificar o desempenho de Alckmin nas pesquisas eleitorais, os integrantes da pré-campanha e o próprio presidenciável dizem que as intenções de voto devem crescer apenas após as convenções partidárias, no início de agosto, e durante a propaganda eleitoral no rádio e na TV.

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"Não chegou a hora de crescer, está cedo ainda", afirmou Perillo.

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