Conversa com PRB foi 'brincadeira', diz Dilma

Um dia depois de encontrar dirigentes do PRB nas instalações da Rede Record em Londres, a presidente Dilma Rousseff disse que a conversa sobre a disputa pela Prefeitura de São Paulo foi em tom de "brincadeira" e que não cabe a ela cobrar candidatos de partidos da base sobre alianças eleitorais.

JAMIL CHADE, ENVIADO ESPECIAL / LONDRES, O Estado de S.Paulo

28 de julho de 2012 | 03h02

Na quinta-feira, Dilma esteve com o bispo Edir Macedo, acionista da Record, e com Marcos Pereira, executivo da emissora e presidente do PRB. Os ministros Aldo Rebelo (Esporte) e Helena Chagas (Comunicação Social) participaram do encontro.

Ontem, Dilma deu sua versão do diálogo com o dirigente do PRB, que na semana passada se encontrou com o candidato tucano à Prefeitura, José Serra. "Ele introduziu a questão dizendo que preferia fazer acordo com os partidos da minha base. Eu falei: 'Ótimo, você não faça acordo com a oposição', e ri pra ele. Foi uma conversa absolutamente fora do contexto, era uma brincadeira", disse.

"Não estávamos discutindo isso. Foi comentado e eu brinquei com ele. Eu não faço nenhum pedido nesse sentido, ele que faça o acordo com quem ele achar que deve", afirmou Dilma. "Por que eu tenho que discutir quem faz aliança com quem?"

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