Consultoria rendeu R$ 2 mi

Em dezembro do ano passado, denúncias na imprensa mostraram que, entre 2009 e 2010, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, faturou R$ 2 milhões em serviços de consultorias por meio da sua empresa, a P-21. Metade desse valor (R$ 1 milhão) foi paga pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) para que ele desse palestras que, na verdade, jamais aconteceram.

O Estado de S.Paulo

15 de fevereiro de 2012 | 03h03

Pimentel também recebeu R$ 400 mil de uma pequena empresa chamada QA Consulting, do filho de seu sócio, Otílio Prado, que era assessor do prefeito de Belo Horizonte. Otílio deixou o cargo.

Na ocasião, a presidente Dilma Rousseff recomendou ao ministro que resistisse e pediu que ele desse explicações objetivas sobre o caso. Em sua defesa, o ministro reitera que, no tempo em que prestou consultoria, não exercia nenhum cargo público. Ele havia deixado a prefeitura da capital mineira e não havia assumido ainda seu cargo no ministério de Dilma.

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