Consórcio que herdou a obra nega superfaturamento

Empresa que assumiu o serviço após saída da Delta atribui atrasos a erros que não seriam de sua responsabilidade

Fábio Fabrini / Brasília, O Estado de S.Paulo

01 de julho de 2013 | 02h12

O Consórcio Integração Ilhéus, responsável pela obra, negou qualquer prejuízo causado por sobrepreço ou superfaturamento. Em nota, contudo, não deu explicações sobre as conclusões da auditoria realizada, em trechos da obra, pela Controladoria-Geral da União (CGU).

De acordo com a SPA Engenharia, que lidera o trabalho após a saída da Delta Construções, serviços de drenagem não foram eliminados, mas substituídos por outros, de mesma natureza, porém mais econômicos e adequados. A empresa atribui os atrasos a problemas que não são de sua responsabilidade em processos de desapropriação e licenciamento, por exemplo.

A Delta Construções não se pronunciou sobre a auditoria nos serviços, executados enquanto ainda integrava o consórcio. Em nota, argumentou que se retirou da obra em setembro de 2012. "Desde então, a empresa não tem conhecimento do andamento do contrato", acrescentou.

A Valec alegou falta de "tempo hábil" para responder aos questionamentos do Estado, enviados na quinta-feira à tarde. Mas explicou que todos os pontos da auditoria foram justificados à Controladoria-Geral da União (CGU).

A Convap não respondeu ao pedido do Estado.

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