Conselheiro e empresa francesa negam acusações

O criminalista Celso Vilardi, que representa o conselheiro Robson Marinho, do Tribunal de Contas do Estado, afirma que não tem conhecimento dos documentos da Justiça da Suíça. "Tenho ciência é que, por vias oficiais, foi solicitada uma colaboração para as autoridades da Suíça e que ainda não chegou."

O Estado de S.Paulo

17 de março de 2014 | 02h04

Vilardi reage com veemência, sempre que consultado sobre a suspeita contra Marinho. "Ele não faz parte desse processo (caso Alstom). Me causa surpresa as menções a ele porque jamais julgou o projeto abordado na denúncia, julgou apenas uma extensão de garantia que foi feita anos depois do contrato." O projeto citado na denúncia da Procuradoria da República é o Grupo Industrial para o Sistema de Eletropaulo (Gisel) e seu aditivo X.

A multinacional Alstom destaca que está colaborando com as investigações e reafirma que "trabalha em obediência a um rígido código de ética, definido e implementado por sérios procedimentos, de maneira a respeitar todas as leis e regulamentações dos países em que atua".

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