Castañeda pede 'ação mais clara' do Brasil na CIDH

Convidado ilustre da SIP para o encontro de São Paulo, o escritor e ex-ministro de Relações Exteriores do México Jorge Castañeda pediu ontem, em sua palestra-almoço, que o governo brasileiro "tenha uma ação mais clara e mais forte" em defesa da Corte Interamericana de Direitos Humanos.

O Estado de S.Paulo

14 de outubro de 2012 | 03h01

Ele se referia às pressões que a CIDH - que é um órgão da OEA - tem sofrido de alguns países interessados em criar leis que controlem a informação. Recentemente, irritado com a resistência da instituição a alterar suas regras, o presidente venezuelano Hugo Chávez decidiu abandoná-la.

Na sua recomendação ao Brasil, Castañeda foi adiante: trata-se da defesa de valores "que são, afinal, os próprios valores brasileiros, seguidos não só pela presidente Dilma Rousseff, mas também por seus antecessores, Fernando Henrique e Luiz Inácio Lula da Silva". Ele falou ainda sobre o "desafio do narcotráfico", que persegue e mata jornalistas no México: "É preciso pressionar os governos a defendê-los". / G.M.

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