Campanha quebra 'regra verde' na convenção do PPS

O tom "verde" da convenção do Partido Popular Socialista (PPS), que homologou nesta tarde a candidatura de Soninha Francine à Prefeitura de São Paulo, foi quebrado pela forma tradicional das campanhas políticas. Segundo a legenda, seria proibida a distribuição de propaganda em papel e as faixas dos candidatos deveriam ser feitas com material reciclável. Mas um candidato a vereador distribuiu panfleto divulgando seu site e seus endereços em redes sociais.

SILVANA MAUTONE, Agência Estado

23 Junho 2012 | 14h10

O partido não impediu também que uma agência de marketing político distribuísse propaganda em papel plastificado a cada um dos presentes na convenção. Questionada a respeito, Soninha contemporizou dizendo que a intenção não é eliminar 100% do material impresso na campanha, mas usá-lo com moderação. "Queremos usá-lo com critério, sem desperdício."

A convenção eleitoral que formaliza a candidatura da chapa "Um Sinal Verde para São Paulo", que tem 110 candidatos a vereador, começou por volta das 9 horas. Soninha, que já foi apresentadora da MTV, chegou pouco mais de uma hora após o início do evento e foi recebida no plenário da Câmara Municipal ao som da música "Another Brick in the Wall", do Pink Floyd, tocada ao vivo por uma banda. O PPS fez coligação com o Partido da Mobilização Nacional (PMN), que indicou como vice Lucas Albano.

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