Campanha de Marina acusa campanha petista de 'criar pânico'

Coligação da ex-ministra informou que vai acionar o TSE contra acusações feitas pelas inserções da coligação de Dilma Rousseff 

Estadão Conteúdo

10 de setembro de 2014 | 12h44

A Coligação Unidos pelo Brasil, da candidata Marina Silva (PSB), informou, por meio de nota, que entrará com dois pedidos de resposta no Tribunal Superior Eleitoral contra as inserções da Coligação com a Força do Povo, de Dilma Rousseff (PT).

A campanha de Marina diz que as inserções da petista que tratam da proposta de independência do Banco Central e da exploração do pré-sal distorcem "deliberadamente" os fatos para prejudicar sua candidatura e pedem direito de resposta.

A nota afirma que a autonomia institucional do Banco Central, citada no programa de governo de Marina, foi "usada por sua concorrente para criar pânico entre os eleitores, abordagem que fere flagrantemente a legislação eleitoral em vigor e não corresponde à verdade". O texto afirma que a despolitização das decisões da autoridade monetária é "defendida como necessária para o resgate da confiança na economia brasileira" e "será estabelecida por lei aprovada pelo Congresso Nacional."

A coligação liderada pelo PSB também diz que não é verdade a alegação da propaganda petista de que Marina é contra a exploração do pré-sal e "vai retirar os recursos provenientes de sua captação que seriam destinados a educação e a saúde". "Marina Silva tem sido clara em suas afirmações, quando reconhece a importância do pré-sal e o uso dos recursos daí provenientes para os avanços nas áreas de educação e saúde, compromissos que estão em seu programa de governo", diz o texto.

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