'Cadastro ajuda a reorganizar a oferta de serviços públios', diz ministra

Entrtevista com a ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello:

Entrevista com

O Estado de S.Paulo

05 de novembro de 2012 | 02h08

A ficha atual de inscrição no Bolsa Família requer mais informações. Por quê?

Porque ela alimenta o Cadastro Único, que não serve apenas ao Bolsa Família. Com 90 milhões de inscritos, o cadastro se transformou na grande ferramenta de reforma do Estado. É um mapa da pobreza, que ajuda a reorganizar a oferta de serviços públicos. Graças a ele, estamos conseguindo expandir a oferta de vagas em creches, de escolas de período integral e ambulatórios médicos nas áreas que mais necessitam desses serviços.

Isso significa que vai além do Desenvolvimento Social?

O cadastro detalha de tal maneira a situação socioeconômica das famílias de baixa renda que pode ser usado por todos os programas sociais. Serve para definir as famílias que vão pagar a tarifa social de energia elétrica, para o Minha Casa, Minha Vida. Já são 16 programas de políticas públicas.

Funciona?

Veja o exemplo da escola de tempo integral, uma das prioridades do governo. Cruzando nossos dados com os do Ministério da Educação, de 2011 para cá conseguimos triplicar o número destas escolas em áreas com maior concentração de pessoas no Bolsa Família.

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