Brasil quer Vanucchi em vaga de direitos humanos da OEA

Encerrada a campanha para colocar o embaixador Roberto Azevêdo na direção da Organização Mundial do Comércio, o governo brasileiro começa outra, a do ex-ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos Paulo Vanucchi para uma vaga na Comissão Interamericana de Direitos Humanos.

O Estado de S.Paulo

11 de maio de 2013 | 02h04

A candidatura, decidida pela presidente Dilma Rousseff, marca a volta das boas relações do Brasil com a CIDH e com a Organização dos Estados Americanos, estremecidas desde 2011.

Em abril daquele ano, a comissão determinou ao Brasil que suspendesse as obras da usina hidrelétrica de Belo Monte, pelos prejuízos que levaria às populações nativas. A ação irritou o governo brasileiro, que classificou de "precipitada e injustificável" a medida cautelar da comissão. A eleição é considerada complicada pelo Itamaraty, mesmo avaliando que as chances de Vanucchi são boas. São seis concorrentes para três vagas. / LISANDRA PARAGUASSU

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