Boca de urna e transporte irregular de eleitores gera prisões em Cuiabá

A capital tem 415.010 eleitores e seis candidatos disputando o cargo no Palácio Alencastro, sede da prefeitura

O Estado de S.Paulo

02 de outubro de 2016 | 15h56

CUIABÁ – Sob um calor de 33 graus, os eleitores de  Cuiabá começaram votar cedo. A capital tem 415.010 eleitores e seis candidatos disputando o cargo no Palácio Alencastro, sede da prefeitura: deputado Emanuel Pinheiro (PMDB), Wilson Santos (PSDB), Julier Sebastião (PDT), Procurador Mauro (PSol), Renato Santtana, ( Rede) e Serys Slhessarenko (PRB).  

No primeiro boletim divulgado às 9h pelo TRE/MT consta a prisão de oito pessoas em todo o Estado. De acordo com a justiça eleitoral desse total, sete estavam fazendo boca de urna e outra fazia transporte irregular de eleitores. Ainda de acordo com o boletim, apenas três urnas precisaram ser substituídas e 14 reiniciadas.

Segundo a secretaria de segurança do estado, 4.479 profissionais estarão atuando em todo o estado para garantir a “tranquilidade” do pleito nos 1.479 locais de votação.  Desse total, cerca de 693 policiais militares integram o esquema especial de segurança montado para a capital que conta ainda com 91 agentes de trânsito de Cuiabá, policiais civis e federais.

No sábado, às vésperas das eleições o Tribunal Regional Eleitoral indeferiu por unanimidade o registro da candidatura à reeleição  do prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PSB).

Ainda no sábado, o juiz coordenador do Gabinete de Gestão Integrada das Eleições, Lídio Modesto da Silva Filho, que também é juiz auxiliar da Presidência do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso, informou diversas ocorrências no interior do estado que vão desde a compra de votos, confecção de material ilegal apócrifos, e compra de votos de indígenas.

 

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