Boatos sobre morte de Youssef não afetam eleição, diz TSE

Ministro DIas Toffoli diz que não cabe à Justiça tomar medidas sobre boatos; rumores que circulam na rede foram desmentidos pela PF

Victor Martins, O Estado de S. Paulo

26 de outubro de 2014 | 14h30

 BRASÍLIA - O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Dias Toffoli, disse que os boatos sobre a morte do doleiro Alberto Youssef, sob custódia da Polícia Federal, não têm relação com as eleições e não afetam o pleito. Segundo ele, se alguém sentir prejudicado por boatos, deve "provocar a Justiça eleitoral". "Não cabe à Justiça tomar medidas sobre boatos", ponderou.

Toffoli afirmou ainda que Youssef está sob custódia do Estado e que só o poder executivo pode dar informações sobre ele. "O TSE não é o âmbito para responder sobre custódia de alguém que não está sob sua jurisdição", argumentou.

O doleiro, delator do esquema de corrupção na Petrobrás, passou mal na manhã do sábado (25) e foi transferido da superintendência da PF no Paraná, onde está preso, para a UTI do hospital Santa Cruz, na capital Curitiba. Entre ontem e hoje, no entanto, uma série de boatos sobre a morte de Youssef repercutiu nas redes sociais. O doleiro, contudo, está vivo e fora de perigo.

A PF informou que o doleiro teve "forte queda de pressão arterial causada por uso de medicação no tratamento de doença cardíaca crônica". Esta é a terceira vez que ele necessita de atendimento médico de urgência após sua prisão pela Operação Lava Jato.

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