Banco nega irregularidades; PT não comenta

Procurado ontem pela reportagem do Estado para se manifestar sobre o suposto "pedágio" nos contratos de publicidade com o Banco do Brasil em favor do caixa do partido, o PT informou que se manifestaria apenas pela nota divulgada ontem. Na nota, o presidente da legenda, Rui Falcão, não faz qualquer menção ao episódio e lamenta a divulgação do novo depoimento do empresário Marcos Valério.

BRASÍLIA, O Estado de S.Paulo

12 de dezembro de 2012 | 02h08

O Banco do Brasil, também em nota, informou que prestou todas as informações solicitadas às autoridades competentes pela investigação dos fatos, assim como realizou auditoria interna e encaminhou a conclusão ao Supremo Tribunal Federal. "Todas as agências de publicidade que atendem o Banco do Brasil são contratadas por licitação", destaca o texto.

Condenado pelo STF por corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro no processo do mensalão, Henrique Pizzolato, ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, contestou a acusação feita por Valério. "Com certeza é impossível ele ter feito uma proposta dessas. Não tem a mínima possibilidade", afirmou o advogado de Pizzolato, Marthius Lobato. O advogado disse não ter tido acesso à integra do depoimento e por isso não poderia fazer comentários sobre a acusação de Marcos Valério.

Por meio da assessoria de imprensa, a Ogilvy disse desconhecer o assunto.

O ex-presidente do Banco Popular do Brasil Ivan Guimarães não foi encontrado pela reportagem. O Estado também não conseguiu falar com representantes da D+ Comunicação.

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