Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

Bancada ruralista perde nomes de peso na Câmara dos Deputados

A poderosa bancada do agronegócio, que tem hoje a participação ativa de ao menos 119 deputados federais, tentou em peso à reeleição neste ano

Camila Turtelli e Mariana Haubert, O Estado de S.Paulo

08 Outubro 2018 | 19h21

BRASÍLIA - A bancada ruralista na Câmara perdeu nomes de peso para a próxima legislatura nas eleições deste domingo, como os deputados Nilson Leitão (PSDB-MT) e Adilson Sachetti (PRB-MT) que concorreram ao Senado, mas não foram eleitos.

A poderosa bancada do agronegócio, que tem hoje a participação ativa de ao menos 119 deputados federais, tentou em peso à reeleição neste ano. Do grupo, 77% dos parlamentares registraram candidaturas para o cargo de deputado federal, porém apenas 45% do total foi eleito, ou seja, 54 deputados. 

Entre os que voltam à Casa no próximo ano, está a presidente da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), a deputada Tereza Cristina (DEM-MS). A parlamentar liderou o movimento da bancada em apoio ao candidato Jair Bolsonaro (PSL). O apoio do setor foi bastante disputado desde o início da campanha entre os candidatos ao Planalto do Palácio, devido à força da bancada que é uma das mais bem organizadas do Congresso.

A bancada se reúne para debater a MP 842/18, que renegocia dívidas do Pronaf e institui novo prazo de adesão ao Funrural e fazer uma análise sobre as eleições.

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