Ataídes diz que 'desfez a amizade' com contraventor

Procurado pelo Estado, o senador Ataídes Oliveira alegou ser amigo de infância de Cachoeira, ainda nos campos de futebol de Anápolis, mas diz ter rompido com ele ao saber de sua ligação com a contravenção. "Quando vi aquilo na TV, desfiz a amizade."

FABIO FABRINI / BRASÍLIA, O Estado de S.Paulo

02 de maio de 2013 | 02h05

Desde 2004, a imprensa noticia a ligação de Cachoeira com ações ilícitas. Na época, o contraventor gravou o ex-assessor da Casa Civil Waldomiro Diniz lhe pedindo propina para o PT. "Quando reencontrei o Carlos (em 2009) e perguntei, ele me disse 'não, não mexo com jogo do bicho'. Acreditei." Segundo ele, Marcelo Limírio (apontado como sócio de Cachoeira) lhe repassou os R$ 5,8 milhões pela compra de um prédio. Os outros pagamentos, diz, se referem ao reembolso de despesas com combustível, quando emprestou seu jatinho ao grupo de Cachoeira. "Minha secretária passava e-mail para a secretária dele e ele (Cachoeira) pagava. Tenho todas as mensagens e as entreguei à CPI."

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