Assunto já virou arma eleitoral para governo e oposição

Mesmo a um ano e seis meses da eleição presidencial do ano que vem, tanto governo quanto oposição já veem a região da seca como potencial ponto de partida para exibir números favoráveis ou desfavoráveis para o eleitor. O governo tem procurado tornar visíveis suas ações de repasse de recursos, com visitas ao local da presidente Dilma Rousseff, e a oposição, por sua vez, pretende dizer, como arma eleitoral, que as autoridades nada fizeram para a região.

O Estado de S.Paulo

28 Abril 2013 | 02h06

Possível candidato tucano à Presidência em 2014, o senador Aécio Neves pretende intensificar sua agenda no Nordeste no mês que vem. Neste mês, ele já ocupa os programas locais do PSDB com as críticas ao governo - Aécio afirma diz que "o nordestino sofre hoje com a pior seca em 40 anos". Nas inserções locais, diz que a seca é inevitável, "mas ela só vira calamidade, como agora, quando falta governo". O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) conta que Aécio fará seguidas visitas à região para debater o tema. "No nosso entender, falta governo e faltam ações para combater a seca. Queremos usar a presença do Aécio para chamar a atenção", diz Cunha Lima. / J.D. e E.B.

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