Assessores negam vazamento e relação com contraventor

O jornalista Thomas Traumann, porta-voz da Presidência, afirmou ontem que o ex-diretor-geral do Dnit Luiz Antônio Pagot mente ao levantar suspeitas sobre eventuais vazamentos ocorridos no Planalto. "Não conheço os senhores Pagot, Cachoeira, Claudio Abreu ou as tais 'pessoas ligadas a eles'", disse. "A suspeita levantada pelo sr. Pagot é caluniosa, além de absurda."

O Estado de S.Paulo

21 de abril de 2012 | 03h05

"Nunca tive acesso a nenhuma informação sigilosa do Ministério dos Transportes, portanto, nunca poderia vazá-la. Meu único contato com a reportagem de Veja no episódio foi transferir suas demandas para o Ministério dos Transportes", disse Traumann, que na época atuava na Secretaria de Comunicação Social. "No que diz respeito ao meu nome, o senhor Pagot mente."

Em nota, o subchefe de Assuntos Federativos da Secretaria de Relações Institucionais, Olavo Noleto, disse: "Nunca fui apresentado, não conheço e nunca falei com Carlos Cachoeira, tampouco agi em benefício dele". A revista Veja não se pronunciou.

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