Após funk de Alckmin, campanha de Skaf pede direito de resposta

Skaf classifica peça tucana de 'injuriosa'. Propaganda de rádio do governador disse que peemedebista 'quer distância dos pobres'

Ricardo Chapola, O Estado de S. Paulo

10 de setembro de 2014 | 18h03

O candidato do PMDB ao governo paulista, Paulo Skaf, entrou nesta quarta-feira, 10, com um pedido de direito de resposta na Justiça ao funk produzido pela campanha do governador Geraldo Alckmin e que foi ao ar na rádio mais cedo. Segundo o peemedebista, o teor da peça publicitária tucana é "injuriosa". 

Ao som de um funk, a campanha de Alckmin procurou associar Skaf à imagem do representante "dos patrões" na disputa ao governo de São Paulo. Na abertura da propaganda no rádio, a música diz ainda que Skaf "quer distância" de pobre.

"Pagando de bacana, ele só gosta da fama. De pobre quer distância, ele não gosta não. Sempre foi servido, sempre foi mandão. Nunca serviu ninguém, só paga de patrão", diz um dos trecho do funk, que, segundo o locutor do programa, faz "sucesso na casa dos patrões". "Ele nasceu em berço de ouro, sempre teve vida boa, vida de barão. Skaf fica só na pose, o seu negócio é ostentação." 

"A peça é injuriosa. É depreciativa. Só aborda questões pessoais. Não tem lógica, nem sentido", disse Hélio Silveira, um dos advogados do núcleo jurídico da campanha de Skaf. 

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