Twitter/@anastasia
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Anastasia: o ex-governador que tenta retornar ao cargo

Candidato do PSDB ao governo mineiro é formado em direito e foi professor da UFMG

Jonathas Cotrim, Especial para O Estado de S. Paulo

28 de outubro de 2018 | 13h35

BELO HORIZONTE - Ex-governador de Minas Gerais entre 2010 e 2014, Antonio Anastasia tenta retornar ao cargo aos 57 anos. Nascido em Belo Horizonte e formado em direito pela UFMG, ele foi professor da UFMG e da Fundação João Pinheiro, instituição de pesquisa voltado para planejamento público.  

Anastasia foi secretário do ex-governador Aécio Neves (PSDB) a partir de 2003. Em 2006, participou de sua primeira eleição e foi eleito vice-governador na chapa de Aécio. Em 2010, assume o governo, após a saída de então governador para se candidatar a outros cargos, e vence as eleições daquele ano. Em 2014, deixou o governo para se candidatar ao Senado, cargo que ocupa atualmente. 

Nas eleições deste ano, Anastasia procurou ressaltar a experiência que já possui como gestor público. Fez diversas críticas à gestão do atual governador, Fernando Pimentel (PT), e conseguiu formar a maior coligação das eleições em Minas, com 12 partidos. Após aparecer na liderança em todas pesquisas de intenção de voto, o ex-governador terminou o primeiro turno em segundo lugar, com 29% dos votos, ou 2,81 milhões de votos. 

A principal proposta do senador é promover a recuperação econômica do Estado, que vive grave crise financeira, por meio do enxugamento da máquina pública, com corte de cargos comissionados e de secretarias. Anastasia também pretende basear políticas públicas nas diferentes fases da vida, com programas específicos voltados para a infância, adolescência, juventude, à idade adulta e aos idosos.

No segundo turno, após criticar muitas propostas do adversário, Romeu Zema, do Novo, o ex-governador passou a afirmar que "não faria governo para ricos" e disse que não iria vender estatais mineiras. Anastasia também prometeu que irá saldar a dívida do Estado com os municípios, calculada em R$ 9,4 bilhões pela Associação Mineira de Municípios.

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