Alexandre Padilha diz que 'não será governador sem sal'

Em referência ao atual governador, petista afirma que estará próximo do público e que pensará nas necessidades das pessoas

O Estado de S. Paulo

22 de setembro de 2014 | 21h55

Terceiro colocado nas pesquisas de intenção de voto para o governo de São Paulo, o candidato do PT, Alexandre Padilha, continuou nesta segunda-feira com os ataques ao atual governador Geraldo Alckmin (PSDB) em seu horário eleitoral noturno. Após ter utilizado o Bilhete Único e o transporte público na zona metropolitana para criticar a gestão tucana, o ex-ministro da Saúde aproveitou a falta de água no Estado como mote no começo desta semana.

Novamente, Padilha utilizou reclamações de populares para tentar mostrar a ineficácia em serviços prestados pelo governo. Segundo o petista, há 10 anos a Portaria de Abastecimento de Água alertou para uma pane no sistema e o PSDB não teria feito nada.

"É a falta de compromisso que deixou a população sem água", disse o candidato do PT. "Não serei um governador distante do público, sem sal, insípido. Governar é fazer o que as pessoas precisam e os governos do PSDB nunca tiveram este compromisso", afirmou Padilha.

Assim como durante sua propaganda no horário da manhã, o PT optou pela inserção da candidata a reeleição e atual presidente Dilma Rousseff para tentar alavancar Alexandre Padilha. Segundo a petista, "São Paulo pode ganhar muito mais com uma parceria minha e do Padilha", prometendo o sistema de segurança integrado e ampliação do "Minha Casa, Minha Vida" no Estado.

Tucano. Já Alckmin, que aproveitou para criticar o petista pela manhã, reduziu o espaço às críticas à Alexandre Padilha. Apenas no final de seu tempo, o candidato do PSDB, por meio de um locutor, chamou o rival de "pior ministro da saúde da história do Brasil".

Já o segundo colocado nas pesquisas de intenção de voto, Paulo Skaf, optou por falar do Vale do Paraíba e Litoral Norte do Estado. Dentre as propostas apresentadas a uma plateia, o peemedebista afirmou que vai construir 3 novos hospitais na região, a polícia super-rápida, equipada com tablets e equipamentos para identificar drogas e criar nas ETECs cursos relacionados ao mercado. 

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