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Alckmin recebe apoio de igreja evangélica Fonte de Vida

Tucano se reuniu com o apóstolo César Augusto, líder da igreja, foi recebido no Palácio dos Bandeirantes pelo governador

Ricardo Chapola, O Estado de S. Paulo

12 de setembro de 2014 | 21h03

O governador Geraldo Alckmin recebeu nesta sexta-feira, 12, o apoio da igreja evangélica Fonte da Vida para sua candidatura à reeleição. Braço da denominação neopentecostal, a Fonte da Vida possui hoje mais de 500 mil fiéis no Estado, espalhados pelas cerca de 150 igrejas existentes em São Paulo.  Alckmin se reuniu com o apóstolo César Augusto, líder da igreja, na tarde desta sexta na ala residencial do Palácio dos Bandeirantes, onde conversaram por quase duas horas.

"Nós viemos aqui hoje e fizemos o apoio à reeleição dele. Por tudo o que ele representa, pela gestão, pela maneira como ele tem administrado, e pelo contraponto dele ao governo federal", afirmou o apóstolo ao Estado , logo depois do término do encontro do qual participaram outros 13 bispos da igreja.

A manifestação de apoio à reeleição de Alckmin seria feita pela igreja no sábado passado, durante um encontro com 2500 lideranças evangélicas organizado pela denominação no Anhembi, zona norte da capital. O governador, que chegou a confirmar sua presença no evento, desmarcou o compromisso de última hora.

No mesmo evento, a igreja Fonte da Vida anunciou que vai apoiar a candidatura de Marina Silva (PSB) à Presidência.

O apóstolo César Augusto disse que o governador reconheceu e elogiou o trabalho social realizado pela igreja que lidera. Segundo Augusto, Alckmin prometeu fazer parcerias com a Fonte da Vida no setor.

"O governador reconheceu o trabalho das igrejas evangélicas. E prometeu, se eleito, trabalhar junto com as igrejas evangélicas na área social. Isso nos anima muito", disse ele.

Ao término do encontro, o apóstolo fez uma oração para Alckmin.

A reunião de Alckmin com o representante da igreja evangélica não foi divulgada pela assessoria do tucano. Toda a semana, o governador faz encontros com líderes religiosos sem divulgar o compromisso para a imprensa. Tucanos afirmam que o sigilo é mantido a pedido de Alckmin.  

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