Alckmin ataca Skaf novamente e conta com Albuquerque

Em horário eleitoral, candidato do PSBD relembra novamente a gestão de Fleury enquanto peemedebista fala sobre a segurança

O Estado de S. Paulo

29 de agosto de 2014 | 21h51

Geraldo Alckmin preferiu dedicar todo o horário eleitoral nesta sexta-feira para bater em seu principal rival ao governo do Estado de São Paulo, Paulo Skaf, do PMDB. O tucano voltou a lembrar a gestão do atual coordenador de campanha de Skaf, Luiz Antônio Fleury, à frente do Palácio dos Bandeirantes, classificando o período como "calamitoso", com uma dívida crescente. "Foram necessários 12 anos para recuperar São Paulo", afirma em propaganda. Contou também com a presença do vice candidato à Presidência da República, Beto Albuquerque para tentar associar sua imagem à Eduardo campos.

"Eduardo Campos acreditava que Geraldo Alckmin representava seus valores", diz Albuquerque.  Em defesa aos ataques do PSDB, Skaf optou pelo tema segurança. Falando em "Polícia Super Rápida", o peemedebista jogou no colo do governador os problemas de violência no Estado e afirmou que a atual gestão reduziu em 30% o investimento nos policiais. "Sinceramente, o responsável pela segurança é o governador", disse o candidato. Com isto prometeu mais agilidade da PM e menos burocracia na hora de relatar as ocorrências. "Policial tem que estar na rua", completou.

Já Alexandre Padilha, do PT, terceiro colocado na corrida para o Governo de São Paulo, optou pelo tema educação e reafirmou uma promessa que já havia feito anteriormente, a criação dos CEUs da Juventude. Enaltecendo a gestão de Fernando Haddad na prefeitura da capital, colocou que o grande problema das escolas em São Paulo está no ensino médio (responsabilidade do Estado) e prometeu acabar com a progressão automática. 

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